terça-feira, 19 de novembro de 2013

Aprendendo com a Lousa Digital

Estamos aprendendo como manusear esta ferramenta de trabalho. Percebemos que podemos despertar o interesse do aluno de todas as idades pois a mesma  possibilita a novidade que atrai . É  possível desenhar, escrever, usar gravuras, fotos e outros.







terça-feira, 13 de agosto de 2013

ATIVIDADE PRÁTICA: LEITURA LÚDICA E DIGITAÇÃO

                                         



                                          São alunos que estão em processo de alfabetização mas nem todos compreendem ainda, alguns princípios do sistema, como o de que é necessário representar todos os segmentos sonoros por meio de letras, ou de que as letras, precisam ser dispostas em uma ordem equivalente à emissão sonora de fonemas..
Pode ser trabalhado com alunos que, embora compreendam tal principio, não tenham consolidado as correspondências grafofônicas.
Aqui eles comparam palavras, identificando semelhanças e diferenças sonoras entre elas e conhecem as letras do alfabeto e seus nomes.
  


Depois de participar de jogos que promovem a reflexão sobre a leitura, os alunos fazem a leitura de imagens e, alguns fazem a leitura do livro sugerido. Nesse caso,  Pato Magro e Pato Gordo, escrito e ilustrado por Mary França e Eliardo França.



Os alunos  recontam, comentam e pensam sobre a história. Aqui, além de refletir sobre o respeito as diferenças, experimentaram a produção de um desenho. O  aluno precisou de incentivo para realizar o trabalho, resistiu um pouco, mas depois fez. 


Num segundo momento fez a digitação do trabalho.




Atividade Prática :Trabalhando com Fábulas



    A prática pedagógica tem como ponto de partida desenvolver habilidades e capacidades ,buscando atender os interesses dos alunos de forma prazerosa, e observando as afinidades dos mesmos.
          
   Diante disso, trabalhei com Elizabete a  Fábula Festa no Céu com objetivo de desenvolver o prazer pela leitura, a imaginação, a fantasia e personalidade, pois muitos contos trazem a moral da história a qual ajuda na formação do ser humano .
Ela pesquisou o conto com intervenção da Professo
 Escolheu
  Leu sozinha

Lemos juntas

Comentamos

Ela reescreveu  a história
conversamos e corrigimos

Digitou, falta a ilustração 
 

 

 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Sala de Recursos e Inclusão Digital por Maria Aparecida Carvalho



Meu nome é Maria Aparecida Carvalho. Sou  formada em Pedagogia  Lic. Plena com Especialização em Psicologia da Educação. Atualmente trabalho na Escola Estadual Pindorama na Sala de Recursos Multifuncional.



Sala de Recursos é um ambiente preparado dentro da escola de ensino regular, contendo diversos materiais, como computador, impressoras, aparelho de som, material pedagógico e outros, para trabalhar com alunos que apresentam algum tipo de deficiência e realizar atividades em que o principal foco é o uso de tecnologias assistivas.

Sala de Recursos e Inclusão Digital por Gloria Pereira da Costa


Meu nome é Gloria Pereira da Costa sou Pedagoga com especialização em  Psicopedagogia Clínica
Trabalho na sala do AEE (Atendimento Especializado Educacional) da Escola Estadual Pindorama.
           
 
  A postagem em Blogger oportuniza-me  de estar encontrando novas formas  pedagógica que poderão estar  inovando o meu  trabalhar, e ao mesmo tempo posso compartilhar com outras pessoas atividades desenvolvidas  com meus alunos na sala do AEE. A inclusão digital necessita que trabalhemos com instrumentos inovadores.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS A INCLUSÂO DIGITAL É ESSENCIAL PARA INSTIGAR A IMAGINAÇÃO E A APRENDIZAGEM

NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS A INCLUSÂO DIGITAL É ESSENCIAL PARA INSTIGAR A IMAGINAÇÃO E A APRENDIZAGEM

As pessoas com necessidades educacionais especiais têm assegurado pela Constituição Federal de 1988, o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização, que deve ser realizado preferencialmente em salas de recursos na escola onde estejam matriculados, em outra escola, ou em centros de atendimento educacional especializado. Esse direito também está assegurado na LDBEN – Lei nº 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº 17/01, na Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001, na lei nº 10.436/02 e no Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.

De acordo com Alves(200,p.18)

“...a lei de nº 10.098/00, que trata das normas geris e critérios básicos da acessibilidade com deficiências ou mobilidade reduzida, dispôs que o poder público promoverá a supressão de barreiras urbanísticas arquitetônicas, de transporte e de comunicação mediante ajuda técnicas. Na regulamentação da lei do art. 61 do Decreto nº 5296/04 definiu: “consideram-se ajudas técnicas os produtos, instrumentos e equipamentos ou tecnologias adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoas portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida,favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistiva. Na sala de recursos multifuncional o professor trabalha com o conhecimento prévio do aluno, o nível atual do desenvolvimento do aluno quanto às possibilidades de aprendizagem, configurando a ação pedagógica processual e formativa . O professor deverá criar estratégias que demandam ampliação de tempo para a realização dos trabalhos e o uso de língua de sinais, de textos em Braille, de informática ou de tecnologias assistivas como prática contínua”

O Plano de Trabalho em sinergia com o Projeto de Informática integrante do Projeto Político Pedagógico da Escola de Educação Especial de Estimulação e Desenvolvimento oportuniza o desenvolvimento afetivo, cognitivo e psicomotor, como um processo interativo e lúdico com o ambiente computacional, possibilitando ao aluno vivências, experiências e aquisições para a construção do conhecimento, de maneira mais ampla e significativa, tendo o professor como facilitador deste processo. Na escolha das atividades buscou-se trabalhar com vivências significativas do aluno, aquelas com maior probabilidade de instigar a comunicação, aprendizagem e desenvolvimento, oportunizando situações em que os órgãos dos sentidos fossem ativados, com ênfase na visão, audição e tátil.

Entre a grande variedade de materiais e recursos pedagógicos que podem ser utilizados para o trabalho na sala de recursos multifuncionais, destacam-se:


terça-feira, 2 de julho de 2013

Diário do Projeto Aula 01


Projeto inclusão digital na sala de recurso
     Nosso projeto apresenta uma experiência de escolaridade, buscando novas formas de aprender e ensinar através da Inclusão Digital: Informática Educativa na Sala de Recursos, utilizando o computador como um recurso que promove a aprendizagem através de softwares educativos e aplicativos Diversos que possibilitam a integração de textos, imagens, som, animação e mesmo interligação informação, programas agradáveis e muito criativos, propondo alternativas de atividades pedagógicas através da Informática Educativa, tendo como objetivo favorecer a melhora no desempenho acadêmico dos alunos com necessidades educacionais especiais. Conscientes de que a escola é um ambiente privilegiado à aprendizagem, foram explorados os recursos computacionais por meio de jogos educativos, uso orientado da internet e atividades acadêmicas diversificadas e interdisciplinares, sempre pensando em ajudar a desenvolver o potencial do aluno, utilizando o computador como instrumento mediador de ensino aprendizagem.